23 de janeiro de 2013

Pequena nota

É para evitar posts como o desta manhã que às vezes fico algum tempo sem fazer posts.

Gaming etiquette



Hoje ia no metro e tinha uma senhora atrás a tentar espalmar-se nos 5mm que haviam entre mim e uma das paredes, na esperança de se conseguir espremer entre mim e ela ou que me desviasse para sua excelência passar.

Neste processo, e sentido que surpreendentemente a senhora não conseguia passar entre mim e a parede, lembrei-me da frustração de estar a jogar um qualquer videojogo (unreal tournament, super mario, call of duty, you name it) e não conseguir nem por nada passar entre duas rochas, duas paredes e, invariavelmente, um mauzão de costas ou um colega de equipa. E pensei no outro lado da moeda, no meu colega de equipa a sentir-se pressionado porque me tento espremer entre ele e uma parede porque acho que devia e tinha todo o direito de chegar lá mais depressa que ele. E depois pensei: És reles, típico ser humano que só deixa um comportamento errado quando lhe acontece a ele. E fiquei desapontada comigo mesma.

18 de janeiro de 2013

Parece que tenho que investir mais nestas coisas!

É bom saber que é assim que se chega a este blog!

Life changing hands


Mudar a nossa vida está, em grande parte das situações, nas nossas mãos. É um facto inegável. 
É certo que há muita coisa que influencia, ajuda e desajuda neste processo. Mas é isso mesmo, uma influência. Não passa disso. Está nas nossas mãos o primeiro passo, o principio e o meio que levam ao fim, ao objectivo. E os objectivos só se alcançam quando são definidos e são traçadas estratégias para os alcançar. Se não o fizermos, nem toda a sorte do mundo nos ajudará. Ainda que toda a falta de sorte (em todas as suas formas) nos impeça de continuar sempre, nunca saberemos se não fizermos algo para tentar lá chegar.

Está nas nossas mãos.

30 de dezembro de 2012

Ano novo..


Vida nova?

Já têm a vossa lista de resoluções de Ano Novo fechada ou ainda é um work in progress?
Confesso que não costumo fazer listas, mas este ano fiz tanto de novo e cresci tanto em tanta coisa que não consigo conceber a ideia de fechar 2012 sem uma lista. Cheguei ao ponto em que percebi que temos de definir objectivos claros e pô-los "por escrito" se queremos concretizá-los, porque aquilo que pensamos mas não "escrevemos" muitas vezes acaba por ficar para trás e muitas vezes não é necessariamente porque não era possível concretizar. A principal mudança que quero para 2013 é isto, comprometer-me comigo mesma com objectivos, prazos e passos a dar para que consiga cumprir o máximo.

Não vou partilhar convosco já porque ainda não a completei. Estou a pensar criar um espaço só para ela aqui no blog. Editável claro, porque as resoluções começam no dia 31 mas no resto do ano há sempre coisas a acrescentar e a alterar. O que acham? Eu acho que me vai ajudar a controlar melhor os meus objectivos para 2013.

A lista, como disse, não está fechada mas passará de certeza por estar mais tempo com as pessoas que amo, investindo no trabalho claro mas pondo-o no seu lugar. É algo que em 2012 consegui controlar melhor, mas que em 2013 terá de passar a ser um modo de vida. Mas pôr o trabalho no seu lugar não implica trabalhar menos, significa sim trabalhar mais e melhor, dentro do tempo definido para ele e também ele com uma estratégia de objectivos e prazos, para os meus resultados enquanto profissional e para aquilo que o trabalho me trará a mim enquanto pessoa. Vai passar por investir mais nos meus projectos de tricot, de diversas formas. Nos primeiros meses, vai também passar por definir o nosso roteiro a Londres, no resto do ano por ler e escrever mais. Vai passar por ganhar mais independência da forma mais equilibrada e harmoniosa que conseguir. Enfim.. muita coisa para fazer!

E vocês, já têm o vosso route para 2013 planeado?

20 de dezembro de 2012

Bater nos filhos


Querido DN: Quer-me parecer que estás enganado. Diria que, quanto muito, os pais com mais escolaridade não admitem - que grandes púdicos e mentirosos! - que batem nos filhos. Porque fica mal, porque acham que são educados e que ser educado implica não bater nos putos. E depois há as modas do não bater nos miúdos claro, o que funciona assim meeesmo mesmo bem!

Eu, pessoa até bastante escolarizada, filha de pai bastante escolarizado, sou apologista de uns açoites quando os putos merecem. E acho que dar uns açoites não tem nada a ver com ser ou não educado. A forma como o fazemos é que pode ter, mas isso são outros 500. 

Pessoas escolarizadas que se acham muito educadas e por isso deixam as crianças aos berros ignoradas em sítios públicos: Não, deixar que eles se cansem de gritar não resulta. Eles vão cansar-se, descansar 5 minutos e voltar à carga. Eu sei porque já fui miúda (ao contrário de vocês que parecem ter nascido já desse tamanho) e sei que se abrisse a goela e levasse um carolo me calava logo. O meu pai por exemplo nem me batia, mas não pensem que me calava por cansaço. É que um olhar dele transmitia logo uma ideia do poder da chapada que poderia levar, e isso era o suficiente para não querer chegar a senti-la.